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Sophia de Mello Breyner
Literatura portuguesa bem mais pobre...
"Quando eu morrer voltarei para buscar os instantes que não vivi junto do mar", escreveu um dia Sophia de Mello Breyner.Portugal despede-se hoje de Sophia de Mello Breyner, uma mulher única na história da literatura portuguesa, admirada por várias gerações de leitores, políticos e intelectuais.
O funeral de Sophia de Mello Breyner sairá ao princípio da tarde para o cemitério de Carnide, depois de uma missa de corpo presente na Igreja da Graça, em Lisboa, perto da casa onde a poetisa vivia.
"Quando eu morrer voltarei para buscar os instantes que não vivi junto do mar", escreveu um dia Sophia de Mello Breyner.
O presidente da República, Jorge Sampaio, e o primeiro- ministro, José Manuel Durão Barroso, manifestaram a sua "profunda tristeza" pela morte da escritora. Os líderes dos dois principais partidos políticos, Santana Lopes e Ferro Rodrigues, respectivamente, fizeram o mesmo.
Sophia de Mello Breyner, autora de mais de duas dezenas de títulos de poesia, conto e ensaio, morreu sexta-feira num hospital de Lisboa com 84 anos.
Trinta anos depois, o poema de Sophia sobre o 25 de Abril continua a ser considerado o mais belo retrato daquela revolução.
Outras personalidades afirmaram o seu profundo pesar pelo desaparecimento da poetisa.
Noticia
AC.
Lusa/Fim.
Autor: Lusa
Data: 04/07/04




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